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Tudo a Nu

Sexo. Dicas, histórias, fantasias, fotos. Sem preconceitos, ambas deixamos tudo a nu. Atreves-te?

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Tudo a Nu

21
Out17

Constrangimentos entre Lençóis

Hoje vamos falar da atividade física mais adorada no mundo inteiro.

Acertaram! S.E.X.O!

Claro que é a preferida. Além das razões óbvias, como o prazer intenso, a atividade sexual potencia a libertação de hormonas poderosas, como a endorfina, a dopamina, a epinefrina e a oxitocina, que nos deixam nas nuvens também a nível emocional.

Mas (!) como seres humanos que somos, temos sempre a capacidade de criar momentos contrangedores até naquilo que há de melhor na vida. Ora então, para não se sentirem sozinhos caso já vos tenha acontecido, leiam bem as histórias seguintes:

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  1. "Estava a ter sexo com a minha namorada doggystyle e reparei que ela tinha um pouco de papel higiénico 'deixado para trás'. Enquanto pensava se lhe dizia ou o tirava eu, murchei. Ela desatou a chorar e acusou-me de já não me sentir atraído por ela".
  2. "Estávamos num momento do sexo bem intenso e de repente o meu namorado sussurra-me, numa voz bem grave e sexy 'Deus me perdoe pelo que estou prestes a fazer'. Como pensei que ele estava a provocar-me sobre algo kinky, respondi-lhe que tinha a certeza que ia adorar. Foi então que ele se peidou. Bem alto."
  3. "Gemi o meu próprio nome quando atingi o orgasmo."
  4. "O meu cão lambeu o rabo ao meu namorado enquanto fazíamos sexo".
  5. "O clima estava a aquecer entre mim e o meu marido, então tentei fazer uma daquelas mudanças de posição mesmo à filme. Acabei por cair da cama e bater de nariz em cheio na mesa de cabeceira".
  6. "Não sei se será o mais embaraçoso, mas houve uma vez em que lhe estava a fazer sexo oral e quando ele se veio havia tanto sémen que, quando tentei engolir, começou a sair-me pelo nariz".
  7. "Acho que este é um clássico e já me aconteceu mais do que uma vez trocar o nome da minha namorada pelo de uma ex."

Nós concordamos que, no momento, a maior parte do sangue desce para Sul e a capacidade de pensar fica afetada, mas devias mesmo ter a capacidade de dizer o nome da pessoa com quem estás.

Fora isso, todos os incidentes são compreensíveis e acreditamos que rir é a melhor maneira de encarar estas situações, mesmo que acabe mesmo com o momento.

 

Quanto a nós já nos aconteceram várias peripécias, como o dildo do strapon partir literalmente ao meio durante a penetração na primeira vez que usámos tal apetrecho.

E vocês, que histórias têm para nos contar? Estamos à vossa espera, na secção de comentários ;)

 

Ebony&Iv
Autoras do Blog Tudo a Nu

13
Out17

Tasting Ebony - Real Short-Story #1

Encontrámo-nos, depois do horário de trabalho.
Enquanto esperava por ti, com o coração a abarrotar de saudades, lembrava-me da sensação íntima de te ter nos meus braços e ansiava pelo momento de voltar a fazê-lo.

Chegaste de sorriso rasgado nesses lábios carnudos e macios, cuidadosamente maquilhados. Ao sair do carro, tudo o que eu podia ver eram saltos altos, pernas grossas e torneadas, decote generoso e ar de quem tinha tirado o dia para me provocar. Exatamente por essa ordem.

 

Não me enganei.

Assisti atentamente aos teus movimentos. Dirigiste-te à mala do carro, empinaste-te ligeiramente e tudo o que eu pôde ver foi todo o potencial que tens por baixo do teu vestido. Redondo, firme, capaz de me fazer sentir, num segundo, uma vontade carnal de te arrancar de qualquer pedaço de tecido.

Aproximei-me, apertei-te contra o meu corpo, beijei-te os lábios, deslizei a língua na tua. Quando me apercebi, a minha mão esquerda já estava por baixo do teu vestido a dedilhar as tuas costas macias, sem encontrar nenhuma resistência. Tinha de acontecer.

Eis que... Não tínhamos muito tempo. Tudo o que tínhamos era um carro. Plena luz do dia. Zona residencial.

 

Não interessa.

Pela maneira como me olhavas eu sabia que já estavas molhada, pronta. E eu não ía desperdiçar gota nenhuma do que me pertence.

Dentro do carro voltámos aos beijos fogosos, desesperados, aos apertões de uma quase frustração de matar um desejo inadiável.

Não esperavas que eu, sentada ao volante e tu no lugar do passageiro, me inclinasse sobre ti, com a mão direita te levantasse o vestido e te fizesse sentir o calor da minha boca, pressionando-te sob a fina camada de tecido da tua roupa interior. Cheiro quente, de desejo, sendo que não demorou nem um minuto para que usasse a minha mão livre para te afastar as cuequinhas e pousar a boca em ti.

Ficaste sentada, de vigia, sendo que acredito que fechavas os olhos a cada gemido de prazer como resposta ao vibrar do teu clitóris entre os meus lábios. Ao vibrar, sugar, lamber repetidamente, de forma alternada entre a suavidade e a intensidade, de forma a prolongar o teu prazer e orgasmo.

Molhada de tal forma de que tudo o que eu engolia era teu, prendeste-me, latejaste entre os meus lábios e acabaste por chegar ao orgasmo num gemido quase doloroso, alheio ao mundo que nos rodeava, como em tantas outras vezes.

 

Iv,
Co-autora do blog Tudo a Nu

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